![]() | por Thálassa Coutinho |
Eu sou um tratado médico ambulante: entre outros problemas, tenho uma péssima circulação. Minhas pernas incham, saltos altos não são amigos dos meus pés e não é qualquer sapato rasteiro que fica confortável. Pois é, com tanta dificuldade eu quase não compro sapatos (mesmo!), e por isso também que só compro sapatilhas, mocassins e sapatos rasteiros em geral.
Aí é que a gente tem daqueles dias que não volta pra casa sem achar coisas bacanas, e hoje foi um desses dias. Missão: comprar três pares de sapatilhas. Regra: gastar no máximo R$ 150. Difícil? Nem tanto: passei dois reais do limite que impus, mas valeu a pena, e claro, compartilho com vocês:
Essa loja Andrea Puglia tem umas bolsas lindas, mas fiquei de olho mesmo foi nas sapatilhas. Essa que comprei é toda em camurça, molinha, mega confortável e básica, com algo a mais: a biqueira lindinha em ‘píton’ metalizado. Na Sonho dos Pés, precisei ir em duas das filiais: no Shopping Tijuca e na loja da Rua General Roca, próximo ao Off Shopping. Na primeira comprei essa simpática com textura de píton levemente metalizada e lacinho fofo. Na outra, essa lindeza em tons de nude + fivela de caveirinhas, preciso dizer que amei? hehe Preços ótimos, aquela pechinchada básica na hora de pagar e pronto: R$ 152 as três.
Coloquei aí as lojas onde comprei, mas como é coleção atual, não vai ser difícil achar nas lojas mais próximas. E tinha variações de cor/estampas do primeiro modelo, três opções do segundo e três tonalidades do terceiro. Vale conferir, afinal, quem não ama compras coisas bacanas e baratas, né? haha
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![]() | por Thálassa Coutinho |
Ontem consegui realizar um desejo de alguns meses: ter uma câmera BOA, pra fazer fotos incríveis pro blog e me preparar pra manusear supercâmeras, já que tenho o intuito de mexer com fotografia profissionalmente. Desde quando comecei esse blog, minha evolução fotográfica é notória: comecei com uma compacta Samsung ES65, depois uma ‘semi-semi’ profissional Nikon Coolpix L110 (que já saiu de linha) e agora, uma Canon EOS Rebel T3i, com quem estou tendo um relacionamento amoroso passível de casamento eterno.
Quando a gente chega a um certo nível com qualquer trabalho que façamos, a necessidade de melhorar aumenta, e foi o que aconteceu comigo: de um tempo pra cá eu passei a investir mais em equipamentos que me ajudem e melhorem ainda mais o Botica, mas é claro, não é uma coisa fácil, já que algumas coisas podem sair caras. Foi seguindo essa linha de raciocínio que estou desde janeiro pesquisando e pesquisando, assim como eu fiz com o tablet (da Foston, R$ 250, excelente).
> Porque/pra que você precisa: essa foi a primeira pergunta que eu me fiz quando decidi investir numa câmera mais potente. Qualquer coisa que você for adquirir (principalmente quando o dito cujo não for barato) precisa ser pensado com carinho, e você precisa saber o porquê que quer aquilo. Se os motivos não forem fortes o bastante, desista da compra, pois com certeza ela você vai perceber que não precisará dela quando a tiver em mãos.
> Quanto posso pagar: outro ponto importante, senão o principal. Confesso que, quando comprei a Canon, fuji uns 200 reais do meu orçamento, mas no fim das contas não me arrependo porque, além de ser um ótimo investimento, o mesmo modelo também foi encontrado por 4 mil reais, ou seja, fora das possibilidade. E uma felicidade, já que considero uma pechincha o valor dela ( R$ 1850 o lugar mais em conta, nos outros está acima de 3 mil).
> Pesquise: essa maratona de pesquisas meses a fio foi crucial pra eu fazer a compra certa. Pesquisei lugares, preços, e dei preferência a comprar diretamente no local (no caso, no Centro do Rio). Se for comprar online, cuidado redobrado: faça todas as perguntas que quiser ao vendedor e pesquise indicações dos clientes e do próprio site, se ele é recomendado e confiável. É importante ter certeza absoluta pra não ter dor de cabeça depois.
Em resumo: escolher não é fácil, é complicado e muito. Minha ideia era comprar a Nikon D5000, mas ela saiu de linha e precisei mudar de planos. Até que, conversando com a Carla Lemos (Modices), ela me indicou a Canon, me explicou várias coisas bacanas e me convenceu de adquirí-la. Agora, aguardem boas fotos por aqui, afinal, essa é a intenção! haha
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![]() | por Thálassa Coutinho |
E hoje começou o Festival de Cannes, cujo red carpet é palco de verdadeiros looks hollywoodianos com aquele glamour que a gente espera tanto quanto no Oscar. E já tenho alguns looks favoritos pra gente dar aquela adorável revisada – e comentada -, só pra não perder o costume.
Essa foi o primeiro look de Diane no evento, e sinceramente, fiquei encantada com a simplicidade e feminilidade dessa produção. É um modelo de vestido altamente perigoso, já que temos esse cut out lateral com amarração que deixa a cintura marcadíssima + pregas + um comprimento míni, combo esse que poderia ficar péssimo e piriguetoso em uma Kim Kardashian da vida, mas em Diane não: make fresh e cabelo soltão com ondas marcadas, pra parecer despretensioso, e sandálias Jimmy Choo que complementam muito bem o look.
E no seu look gala para a promoção do filme ‘Moonrise Kingdom’, o lindo Giambattista Valli com coque simples e make em tonalidades de marrom com dourado compunham o look, um dos meus favoritos do dia. E gosto da moderação no quesito joias, os brincos e pulseira usados são bonitos e delicados. Uma graça.
Pulando das neo divas pra divas de épocas atrás e que continuam divando – com o perdão da banalização da palavra: Jane Fonda mostrando que continua com um corpo maravilhoso e rugas assumidíssimas no auge dos seus 74 anos em um vestido incrível Versace que parece que foi feito pra ela de tão bem que ficou. O modelo é desses pra mulheres de curvas incríveis e poderia ter ficado forçado, mas a adição do tule no decote e nas mangas deixou o modelo comportado sem tirar a sensualidade.
E por fim, Berenice Béjo, que tem um tom de pele muito bonito, valorizou com um longo Louis Vuitton delicado e ao mesmo tempo forte, com presença sem maiores firulas. Gosto até do laçarote meio exagerado atrás, a cor é bonita e o vestido, idem.
Agora votaê no seu favorito, afinal, o que seriam das enquetes sem looks lindos? haha
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![]() | por Thálassa Coutinho |
Taí uma coisa que se tornou minha especialidade em 2009/2010: sapatos. Tive o privilégio de trabalhar na Imporium nessa época e lá eu aprendi muita coisa sobre essas belezinhas que nos enchem os olhos. Aprendi não só formatos e estilos como também mexer com o lúdico das clientes, afinal, é fácil vender roupa, mas vender sapatos requer habilidades, hehe. E é muito normal confundirmos modelos – já que hoje é tanta coisa parecida que, pra facilitar, a gente deixa tudo igual. Então preparei esse mini-guia pra gente aprender um pouco sobre os modelos e achar aqueles perfeitos pro trabalho/passeio/night. O Botica adverte: seu amor por sapatos só tende a aumentar! ?
Há uma diferença minúscula que separa o modelo de scarpin tradicional do pump: a plataforma. O scarpin é plano, com bico fino ou arredondado, e o pump tem uma meia pata poderosa, que ajuda a compensar saltos altérrimos. E tem os rasteiros, pro dia-a-dia confortável: os slippers, que lembram os sapatos de dormir (falei deles nesse post), o dockside, que lembra um sapatênis com pegada navy, e o mocassim, clássico étnico cujo conceito vem originalmente das tribos indígenas americanas.
Depois das botas, as ankle boots são as mais usadas, né? O modelo ankle boot não tem cano e termina na altura do tornozelo, como o nome em inglês já diz. Aí temos as variações: open ou summer boots, que possuem ou uma abertura frontal (como os peep toes) ou aberturas laterais, ou seja, não é de toda fechada com as ankle boots. E as lace up boots, que podem ser fechadas ou possuir aberturas e vazados, mas têm amarração com cadarços/laços.
Na linha toe, os peep são ‘scarpins’ com essa abertura frontal, deixando no máximo três dedinhos de fora, e os cap toes, que possuem a biqueira de outra cor e/ou material (é como se fosse a ‘capa’ da abertura frontal). E a meia pata não é um modelo de sapato, mas um detalhe: é essa plataforma que pode ser externa ou embutida e fica localizada na parte da frente do solado (meia, de metade, pata, de pé, rs). Plataforma no calçado todo deixa de ser meia pata pra ser anabela.
Em um próximo post vou falar dos tipos de salto, e se eu me empolgar mais, os tipos de materiais alternativos (ráfia, camurça, etc). Se tiver alguma dúvida/sugestão, comenta aê!
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![]() | por Thálassa Coutinho |
Pra você, que é mãe ou deseja ser; pra você que é avó ou bisa, beijo, sortuda! Pra todas as mamães que cuidam, que amam, que não competem e que não maltratam. Um beijo pra minha vovó que está no céu há alguns anos, mas que está sempre comigo no coração. E juízo pr’aquela que me concebeu, eu desejo tudo de bom nessa vida. Outro beijo imenso pras minhas mamães do coração que cuidaram (e cuidam) de mim em diversas etapas da minha vida: dona Aracy que fez muito por mim e de quebra me deu uma irmã – minha melhor amiga maravilhosa; minha irmã Andréa, que é mamãe do Matheus, de alguns gatos e uma cachorrinha da pá virada, e se tornou há alguns anos minha amiga, mana do peito; dona Carmelita, ex-sogra, que cuidou de mim e me aconselhou em épocas difíceis da minha adolescência, e dona Glória, que por pouco não foi minha madrinha de batismo (fui batizada aos 9 anos!), mas quem eu considero dinda até hoje.
Fiquem com esse vídeo lindo da Seda especial dia das mamães com a Gabs, do Lipstick Corner e companheira de Be8, e suas adoráveis mulheres: mamãe e vovó. ?
Feliz dia das mamães!
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E eu pensei que fosse fechar a semana sem um post hoje, mas me enganei (ainda bem!). Desde o Met, quando me impressionei com o look absurdamente lindo da Sol Knowles, pensei que ia demorar pra amar outro look, mas esse superou! Sem mais delongas: a Duquesa de Cambridge, até então sumida daqui do bloguinho, dá as caras e o tapa na cara da sociedade mostrando a que veio – quer dizer, mostrando porque é a Duquesa:
Como se já não bastasse eu amar verde nesse tom, tudo é perfeito, até a make DIY: o vestido fluído é Jenny Packham e é bem a cara dela, além de ser característica principal dos longos que ela usa pra essas ocasiões ‘deluxe’. E pra quem reparou que ela está de cabelo preso, ainda não viu a simples genialidade dos detalhes que compõe essa produção:
Lindo demais esse penteado, Brasil! E essas costas? Tudo tão fácil, mas que por incrível que pareça foi milimetricamente pensado: ela é jovem, acabou de desembarcar na era balzaquiana, pode abusar de decotes incríveis e tudo o que remeta à feminilidade. Porém ela é da realeza, o que pede com que seus looks sejam contidos, e ela traça essa linha tênue tão bem! E ela tá com uma carinha saudável, com make básica que qualquer uma de nós, reles mortais, podemos copiar pra vida, uma magrinha simpática, toda linda, chamando a atenção na medida certa.
Amei também o brinco-gota, que deixa todo o trabalho da parte superior do vestido brilhar sem interferências, o anel de noivado que não sai mais do dedo e mais nada de joias, perfeito. Ah, babei demais, né? Mas temos que dar esse mérito a Lady Kate, haha. E mais um detalhe que chamou a atenção: as sandálias poderosas by Jimmy Choo também foram usadas em seu último look, mais minimalista, e é só mais um fato dentre vários relacionados aos constantes repetecos de roupa da moça. Afinal, quem não repete roupa, néam?
Dessa vez não tem enquete, mas quero saber nos comentários: tá lindo? Tá feio? Mudaria algo? Vem, gente!
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